O PAPEL DA EDUCADORA DIANTE DO DESENVOLVIMENTO AFETIVO DOS PEQUENOS

Quando as crianças vão para a escola e se veem longe da família, sentem-se inseguras e desprotegidas. Nesse momento, abre-se um caminho para estabelecer um forte relacionamento afetivo com a Educadora. Os comportamentos de acolhimento, tolerância, envolvimento, valorização e proteção do adulto diante da criança transmite tranquilidade e segurança. Todas essas ações são demonstradas por meio do tom de voz, do contato físico,  da proximidade e do olhar –  um admirável recurso, tão óbvio, humano e necessário.

Os bebês percebem quando suas necessidades são prontamente atendidas e acabam desenvolvendo um modelo interno a respeito da disponibilidade e receptividade dos adultos no seu cotidiano. É imprescindível o estabelecimento de vínculo entre educadora e a criança que está na sala referência.  O afeto é o principal ingrediente para que o vínculo seja instituído entre quaisquer pares.  Uma ação afetuosa dará motivos para que a criança responda por meio de outra ação também afetuosa.  Ou seja, ela responderá de forma agradável ou desagradável dependendo daquilo que percebeu e sentiu (a resposta positiva ou negativa dependerá das sensações anteriores).

Em nossa escola priorizamos o vínculo e demonstração de afeto através de   ações como brincar, conversar, contar histórias, cantar, ninar, dançar com as crianças, além de um gostoso e aconchegante colinho.

Vem ser sapeca, vem ser feliz!!!